quarta-feira, 25 de junho de 2014

VIVA SÃO JOÃO!

              “Festas juninas ou festas dos santos populares são celebrações que acontecem em vários países historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média.’’                                                        
                 Celebrações essas particularmente importantes no Norte da Europa  - Dinamarca, Estónia, Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega e Suécia -,  encontradas também na Irlanda, partes da Grã-Bretanha, França, Itália, Malta, Portugal, Espanha, Ucrânia, outras partes da Europa, e em outros países como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico, e Austrália.                                         
                    Comemorar o São João no Brasil faz parte da nossa cultura. Festejos que chegou até nós trazida pelos portugueses que se enraizou e hoje faz parte da nossa tradição que nos proporcionam alegria e satisfação quando de sua chegada. Neste festejo evidencia-se dois momentos que caracteriza a fé do cristão por meio de orações de agradecimentos e de satisfações do ego de cada participante. Uma vez cumpridas os cerimoniais religiosas vem em seguida momentos profanos. A festa propriamente dita para aqueles que são festeiros.                                                                                                                                 
                      Tais comemorações têm sua autentica manifestação no nordeste brasileiro como festejos dinâmicos e garbosos a alegrar os corações de todos os forrozeiros desse rincão nordestino! O povo esbalda-se e dedicam-se a um dos maiores eventos culturais da região. Pelo resto do país muito pouco se faz para abrilhantar referida comemoração. O São João é a verdadeira festa caipira do nosso querido nordeste. Terra de homens e mulheres – cabra da peste -, expressão popular usada no sertão nordestino do Brasil. O cabra da peste também cantada pelo nosso mais famoso sanfoneiro o eterno Luiz Lua Gonzaga. Cujo nome da canção é na verdade “Cabra da Peste”.                                      
                        Com esta e outras canções Gonzagão e outras expressões da nossa musica regional nos leva a festejar o São João com sentimentos característicos desse querido rincão brasileiro. Pelo que vemos e acompanhamos as comemorações não só do São João, mas de Santo Antonio e São Pedro, nossos santos populares.                                                                                                 Mês de junho tem como incentivo o período junino que traz consigo o signo da alegria e das manifestações populares através dos acordes de instrumentos musicais como: a sanfona (acordeão), do pandeiro, do triângulo, do tambor, zabumba, violão, cavaquinho, o bandeiro e do reco-reco. Mês que mexe com o brio do sertanejo que procura expressar suas emoções por meio da musica que exalta o sertão! Que canta as alegrias e tristeza dessa gente tão sofrida, mas forte e dinâmica. Capaz de enfrentar as augura da seca que sazonalmente os castigam.
                     Diante de todos esses presságios o sertanejo é verdadeiramente um forte! Como meio de esquecer as intempéries passadas se beneficiam deste mês de junho e aproveitam para personificar de forma simples mais cheia de motivação e de estimulo seus anseios em busca de externar o que de danoso está em seu interior. Todavia, em contra partida exteriorizam o que de ruim se encontra acumulado dentro de si e que precisa ser jogado fora.                    A satisfação plena de suas alegrias nos salões de baile e nas ruas coloridas onde se veem manifestações folclóricas: quadrilhas, cirandas, cavalhadas, forró pé de serra, xotes e baião.                                                                               
                As danças que compõem o repertorio dos festejos juninos no nordeste brasileiro são: o forró que lhe é peculiar e outros ritmos aparentados tais que o xote, o baião, o reisado, o samba-de-coco entre outras, características da cultura regional.                                                                                                                               
O que caracteriza nossa festa junina são os trajes típicos e amatutados – que em algum momento fez parte marcante da nossa cultura nordestina. Em primeiro lugar destaca-se a queima das fogueiras, o traje matuto, o chapéu de palha e o forró que ganham destaque.                       Festejar o São João é alegria do povo nordestino em particular. Viva o São João. Viva o Nordeste. Viva o Brasil.                                                                           


Pesqueira, 23 de junho de 2014.                                                                                              Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, Escritor, Poeta e Cronista.                           Membro efetivo e Presidente da Academia Pesqueirense de Letas e    Artes - APLA 

sexta-feira, 13 de junho de 2014

A BANCARROTA DA POLÍTICA SOCIAL NO PAÍS.


                                                                                                                                                                                                                                                              Sgfernandes43@gmail.com

            Há aproximadamente dois anos atrás venho me preocupando com as consequências..., que a politica social praticada no país nestes últimos anos vem provocando na consciência e na maneira de viver das famílias e da sociedade brasileira. Cheguei a escrever um artigo levando em consideração os efeitos acirrados por uma politica maléfica para o desenvolvimento saudável da nossa sociedade...                                                                                                                              Hoje faço algumas considerações aos danos que a cada dia torna-se mais evidente. Tais estragos em sua maioria vêm acontecendo por força de falhas e mau uso do dinheiro público. Modelo este que não justifica o tipo de ajuda que se entendeu por em praticá-la.  Padrão que se pensou por em execução a favor de uma melhor e maior distribuição de renda.                                                                               O futuro e o bem-estar da população estão condicionados, submetidos ao desempenho das ações que satisfaçam as necessidades fundamentais que lhes garantam a sobrevivência digna e profícua. – futuro saldável e promissora da sociedade.                                                                                                                              Todo governo tem o dever de por em prática políticas que levem em consideração a satisfação das necessidades básicas da população, particularmente daquelas de pode aquisitivos abaixo da média! Mas, por outro lado deve cuidar para que não aja sinistros quanto ao uso dos recursos a serem aplicados, que se obtenham resultados positivos e que todos sejam beneficiados, não indivíduos ou grupos.                                                                                                                  Alguma coisa tem que ser feita e de imediato! Esta política tem contribuído para que a família caia no sonambulismo e na acomodação porque não se está produzindo nada de bom e proveitoso. O dinheiro entra e sai fácil. Não houve sequer qualquer esforço!...                                                                                              Ajuda financeira governamental distribuída sem critério pode e com certeza está criando problema entre os membros das famílias e da sociedade a pretexto de se tornaram uns dependentes dos outros. Diante destes fatos é necessário criar bons sistemas que verifiquem as reais necessidades e que incentivem o trabalho, a responsabilidade ética e moral imprescindível a um comportamento em que se prezem os valores honestos que dão sustentação e equilíbrio a população. A solução para os desvios das normas em execução devem ser baseadas na solidariedade e na compreensão. Todo cuidado é pouco quando se tratar de adequar o programa a que de direito.                                                                                   Quando tais benefícios chegam às mãos erradas como é claro e evidente – por que as aplicações destes recursos estão normalmente nas mãos de políticos, em sua maioria são inescrupulosos. Só pensão em si mesmos.                                                   Ao fazermos uma análise criteriosa sobre as práticas governamentais em comparação com as praticadas pelas famílias, podemos entender as divergências por demais disparatadas e sem nexos. E aja prejuízo para o processo de desenvolvimento socioeconômico que se pretende alcançar.                                               Diante de todos estes argumentos acima apresentados o que vemos é que se faz necessário que a sociedade tome conhecimento destes fatos. Não fique a mercê de ideologias pragmáticas e com propósitos de cunho eleitoreiros. É o que estamos vivendo em nosso querido país.                                                                                                         A sociedade precisa tomar conhecimento destes malefícios que tais práticas mascaradas de ajuda, nos leve ao fundo do poço! O governo esta: “Mas doutô uma esmola ao um homem que é são ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão”. Luiz Lula Gonzaga. Hoje o que estamos observando é que uma grade massa da população está se condicionando ao não fazer nada – a não trabalhar -, porque todos os meses chegam a suas mãos dinheiro fácil sem qualquer esforço sem dispendido e alimentando o habito da vadiagem e da preguiça.                                             As famílias não encontram mais mão de obra domesticas, os empresários têm dificuldades em contratar mão de obra, porque muitos estão acomodados graças à entrada de recurso sem qualquer esforço. Estimulando ainda a violência, a vagabundagem a prática do vandalismo e do roubo!!!...                                                  Outro dia ao passar entre duas mulheres em plena praça pública teve a oportunidade de observar o seguinte diálogo: amiga,  nesta eleição vô votar em que me dá feijão, arroz, farinha, luz, gás, etc. Ao passar uma rápida vista pelas duas criaturas vi que não eram na verdade pessoas que careciam de tais benefícios!                     Está aproximando-se a hora de mudar e mudar para melhor. Neste mês de outubro temos eleições. É oportuno que nos mobilizemo-nos e provoquemos uma mudança radical no que hoje existe de mau. Esta mudança deverá ser revolucionária  contra políticos candidatos aos cargos administrativos e legislativos – Presidente, Governadores, Senadores e Deputados Federais e Estaduais – através do voto.                                                                                        Este voto a maior arma contra os corruptos, os desonestos, os egoístas e maus feitores da humanidade. Pessoa que só pensam nelas! Chico Anísio de saudosa memoria assim se expressava em suas parodias e anedotas: “Os pobres que se explodam”.                                                                                                                           O Brasil precisa urgentemente de pessoas com coragem para mudar o que aí está! Mudar a estrutura de poder. E esta mudança só acontecerá se cada um de nós encararmos tal desafio com determinação e fé. O voto o caminho certo!                                          Cristãos que somos, carecemos nos conduzir pelo amor em cada atitude, pensamento e opinião que nos é peculiar. Oremos e ajamos com vontade firme por um Brasil melhor!                                                             

Pesqueira, 10 de junho de 2014.                                                                                    Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, Escritor, Poeta e Cronista.                                  Membro efetivo da Academia Pesqueirense de Letras e Artes – APLA                           Atual presidente.